– É... Oi Lucy! – eu não sabia bem o que dizer.
– Posso entrar? – ela perguntou tímida.
– Claro! – eu não podia ser mal educada com ela, por mais que quisesse.
– Eu queria... – ela me olhou. – Eu quero te pedir perdão! Eu não deveria ter me aproveitado de você, nem impedido que você ficasse com o Nate, mas... – ela se sentou. – Eu estava tão nervosa! Como se já não bastasse o Kenny estar no hospital, a Christine, que era namorada no Nate veio me procurar, me disse que estava grávida, e eu senti que não podia deixar meu filho a abandonar naquele estado.
– Tudo bem Lucy, eu entendo! – falei receosa.
– É, mas nada disso me dava o direito de te tratar daquele jeito. Saiba que estou arrependida, e... Me perdoa?
– Sim. – sorri.
– Pois agora, – ela sorriu e pegou nas minhas mãos. – Quero te pedir algo, de coração! Tudo bem?
– Claro! – eu ri.
– Volta conosco? – sorriu de uma forma convidativa. – Eu não quero mais ver o meu Nate sofrendo, ainda mais por minha causa.
– Eu fico feliz com o convite Lucy, mas ainda vou conversar com meus pais sobre isso. – sorri. Então ela agradeceu, se despediu e saiu. Assim que eu me deitei a porta se abriu, sozinha.
– Será que a senhorita liga se os seus americanos prediletos te incomodarem um pouco essa noite? – eu ri alto. Era Kenny e Nate, segurando um pote cheio de brigadeiro.
– Não, não vou ligar! – sorri e dei espaço pra eles. Deitaram um de cada lado. Procurei na televisão algum filme legal pra gente assistir, tinha uma comedia que começaria em 20 minutos. Aproveitamos os 20 minutos pra se aconchegar e conversar um pouco, nós rimos mais do que falamos, foi engraçado. Logo o filme começou, mudei o áudio para inglês. Nós assistimos tudo, minha barriga até doeu de tanto rir. Depois eu dei um beijo de boa noite no Nate, o abracei e dormi.
– Posso entrar? – ela perguntou tímida.
– Claro! – eu não podia ser mal educada com ela, por mais que quisesse.
– Eu queria... – ela me olhou. – Eu quero te pedir perdão! Eu não deveria ter me aproveitado de você, nem impedido que você ficasse com o Nate, mas... – ela se sentou. – Eu estava tão nervosa! Como se já não bastasse o Kenny estar no hospital, a Christine, que era namorada no Nate veio me procurar, me disse que estava grávida, e eu senti que não podia deixar meu filho a abandonar naquele estado.
– Tudo bem Lucy, eu entendo! – falei receosa.
– É, mas nada disso me dava o direito de te tratar daquele jeito. Saiba que estou arrependida, e... Me perdoa?
– Sim. – sorri.
– Pois agora, – ela sorriu e pegou nas minhas mãos. – Quero te pedir algo, de coração! Tudo bem?
– Claro! – eu ri.
– Volta conosco? – sorriu de uma forma convidativa. – Eu não quero mais ver o meu Nate sofrendo, ainda mais por minha causa.
– Eu fico feliz com o convite Lucy, mas ainda vou conversar com meus pais sobre isso. – sorri. Então ela agradeceu, se despediu e saiu. Assim que eu me deitei a porta se abriu, sozinha.
– Será que a senhorita liga se os seus americanos prediletos te incomodarem um pouco essa noite? – eu ri alto. Era Kenny e Nate, segurando um pote cheio de brigadeiro.
– Não, não vou ligar! – sorri e dei espaço pra eles. Deitaram um de cada lado. Procurei na televisão algum filme legal pra gente assistir, tinha uma comedia que começaria em 20 minutos. Aproveitamos os 20 minutos pra se aconchegar e conversar um pouco, nós rimos mais do que falamos, foi engraçado. Logo o filme começou, mudei o áudio para inglês. Nós assistimos tudo, minha barriga até doeu de tanto rir. Depois eu dei um beijo de boa noite no Nate, o abracei e dormi.
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