– Tem certeza cara? – Kenny perguntou, com uma voz meio desconfiada.
– Tenho, meu! – ouvi um barulho, como se tivessem batido na mesa.
– Mas... – ele parecia incrédulo. Eu ri baixo. – A Marina? Eu não acredito! – OMG! O que tem eu? Na hora eu tomei um susto! Antes que o Nate pudesse responder, eu os interrompi.
– Ei galera, o que tem eu aí? – falei na maior inocência.
– Você vai saber na hora certa Má! – Kenny disse, abafando o riso.
– Ai, que medo! – eu ri.
– Não tenha! – Nate disse com um sorriso lindo no rosto.
– Então, o papo tá ótimo, mas hoje eu vou dormir na casa da minha namorada, então tchau! – Kenny deu um beijo na minha bochecha e deu umas palmadas nas costas do Nate.
– Mas já são quase 23h!
– Então! – ele piscou. Eu só ri, junto com Nate. Logo Kenny saiu e ficamos só eu e Nate ali, o assunto morreu.
– Ei Má, – ele disse empolgado. – Que tal um joguinho?
– Como assim? – eu ri. Não entendi o que ele quis dizer.
– Poker! – ele piscou. – Sabe jogar? – me mostrou uma caixinha de baralho.
– Ah, sei mais ou menos! – sorri.
– Então vai embaralhando aqui, – jogou a caixinha pra mim. – Que eu vou lá pegar as fichas! – e saiu rapidamente da cozinha. Sentei na mesa e fiz o que ele pediu. Quando ele voltou começou a rir.
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