06 de Dezembro de 2009
Acordei cedo, tomei um banho e fui tomar café da manhã. Encontrei Nate na cozinha, fazendo o café da manhã, como de costume lá na casa dele.
– Bom dia, Má! – ele disse sorrindo. E sinceramente aquilo me irritou. Aonde ele queria chegar sendo tão educado? Queria que eu simplesmente esquecesse tudo e o tratasse como um amigo? Não, eu não faria isso. Verifiquei se alguém estava por perto, e como eu já esperava, ninguém.
– Por que você tá fazendo isso em? – perguntei indignada.
– Isso o que? – ele respondeu da mesma forma.
– Me tratando desse jeito. Aonde você quer chegar?
– Na verdade, eu queria chegar a essa conversa! – ele sorriu vitorioso.
– Hã? Não entendi.
– Eu quero esclarecer as coisas, ficou tudo muito vago quando você foi embora.
– Ah, quer saber por que eu fui embora? – ri ironicamente. – Por sua causa, seu imbecil. Sua mãe me incomodava, mas se você estivesse comigo eu até poderia agüentar e terminar meu intercambio. Mas não foi o que aconteceu! – eu já estava exaltada, e brava.
– Eu tive um motivo pra isso. – foi só o que ele disse.
– É, mas agora, que se danem seus motivos, eu já estou na minha casa e logo vocês também sairão daqui. – falei saindo dali. Essa conversa me deixou ofegante. Nós tínhamos ficado por quanto tempo? Um mês? Duas semanas? E isso foi tempo o suficiente pra me deixar assim. Ah meu Deus!
Na mesma hora eu fui acordar meu pai, com um pouco de dificuldade e muito papo furado, eu consegui um empréstimo dele. Eu precisava de férias mesmo. Me arrumei, fui até o banco de ônibus e tirei dinheiro o suficiente. Do banco para meu antigo colégio, fui caminhando. Conversei com o tesoureiro sobre a viajem, ele disse que tudo bem eu ir de ultima hora, porque alguém desistiu. Bom, acertei tudo para a viajem, seria em exatos sete dias.
Acordei cedo, tomei um banho e fui tomar café da manhã. Encontrei Nate na cozinha, fazendo o café da manhã, como de costume lá na casa dele.
– Bom dia, Má! – ele disse sorrindo. E sinceramente aquilo me irritou. Aonde ele queria chegar sendo tão educado? Queria que eu simplesmente esquecesse tudo e o tratasse como um amigo? Não, eu não faria isso. Verifiquei se alguém estava por perto, e como eu já esperava, ninguém.
– Por que você tá fazendo isso em? – perguntei indignada.
– Isso o que? – ele respondeu da mesma forma.
– Me tratando desse jeito. Aonde você quer chegar?
– Na verdade, eu queria chegar a essa conversa! – ele sorriu vitorioso.
– Hã? Não entendi.
– Eu quero esclarecer as coisas, ficou tudo muito vago quando você foi embora.
– Ah, quer saber por que eu fui embora? – ri ironicamente. – Por sua causa, seu imbecil. Sua mãe me incomodava, mas se você estivesse comigo eu até poderia agüentar e terminar meu intercambio. Mas não foi o que aconteceu! – eu já estava exaltada, e brava.
– Eu tive um motivo pra isso. – foi só o que ele disse.
– É, mas agora, que se danem seus motivos, eu já estou na minha casa e logo vocês também sairão daqui. – falei saindo dali. Essa conversa me deixou ofegante. Nós tínhamos ficado por quanto tempo? Um mês? Duas semanas? E isso foi tempo o suficiente pra me deixar assim. Ah meu Deus!
Na mesma hora eu fui acordar meu pai, com um pouco de dificuldade e muito papo furado, eu consegui um empréstimo dele. Eu precisava de férias mesmo. Me arrumei, fui até o banco de ônibus e tirei dinheiro o suficiente. Do banco para meu antigo colégio, fui caminhando. Conversei com o tesoureiro sobre a viajem, ele disse que tudo bem eu ir de ultima hora, porque alguém desistiu. Bom, acertei tudo para a viajem, seria em exatos sete dias.
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