Nenhuma noticia nova. Debby ficou lá com os pais, e Nate levou eu e Jorge de volta pra casa. Enquanto meu irmão foi tomar banho, eu me sentei em um sofá da sala.
– Feliz por rever seu irmão? – ele perguntou se sentando no outro sofá.
– Muito. – sorri. – E você?
– Também, quer dizer, mais ou menos! – nós rimos. – Eu e Debby nunca fomos muito próximos.
– Ah, eu e o Jorge também não, mas desse jeito que eu estou estava precisando de um conforto familiar. – falei com o semblante triste.
– Te ver assim me deixa mal, – ele me olhou nos olhos. – Sabe, eu gosto mesmo de você, isso já é mais que uma certeza pra mim. – ele me parecia tão triste, era de cortar o coração. – Eu terminei com a Christine, porque já não aguentava mais ficar com ela pensando em você, e agora que pude te ter, pelo menos por algumas semanas, você já não é mais minha... – ele mordeu o lábio.
– Eu também gosto de você Nate, mas foi você mesmo quem disse pra respeitarmos a decisão da sua mãe, pelo menos enquanto o Kenny está no hospital.
– Eu sei, é que... – pensou um pouco. – Eu sinto sua falta!
– Eu também Nate! – e eu não pensei duas vezes antes de ir ao encontro dele e o abraçar. Fomos interrompidos pela voz da Debby, vindo da cozinha. Me soltei dele e subi correndo. Tomei um banho e sem falar com ninguém me deitei com meu irmão, que já dormia na minha cama.
– Feliz por rever seu irmão? – ele perguntou se sentando no outro sofá.
– Muito. – sorri. – E você?
– Também, quer dizer, mais ou menos! – nós rimos. – Eu e Debby nunca fomos muito próximos.
– Ah, eu e o Jorge também não, mas desse jeito que eu estou estava precisando de um conforto familiar. – falei com o semblante triste.
– Te ver assim me deixa mal, – ele me olhou nos olhos. – Sabe, eu gosto mesmo de você, isso já é mais que uma certeza pra mim. – ele me parecia tão triste, era de cortar o coração. – Eu terminei com a Christine, porque já não aguentava mais ficar com ela pensando em você, e agora que pude te ter, pelo menos por algumas semanas, você já não é mais minha... – ele mordeu o lábio.
– Eu também gosto de você Nate, mas foi você mesmo quem disse pra respeitarmos a decisão da sua mãe, pelo menos enquanto o Kenny está no hospital.
– Eu sei, é que... – pensou um pouco. – Eu sinto sua falta!
– Eu também Nate! – e eu não pensei duas vezes antes de ir ao encontro dele e o abraçar. Fomos interrompidos pela voz da Debby, vindo da cozinha. Me soltei dele e subi correndo. Tomei um banho e sem falar com ninguém me deitei com meu irmão, que já dormia na minha cama.
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